Quando se trata de lixo, as pessoas só querem se ver livres dele, por isso jogam em suas lixeiras que vão para as lixeiras dos prédios e fim. Não se trata de jogar fora, pois o fora não existe! Sim, isso mesmo, não existe! Não temos como simplesmente nos livrarmos dele. Cada um deve fazer sua parte, e dar a correta destinação ao próprio lixo; sim!
Mas e depois? Bem, depois é necessário que o município tenha uma política de reciclagem como a coleta seletiva, uma cooperativa de catadores, um aterro sanitário ou controlado; tendo isso já é um excelente começo. Porém existem meandres a serem considerados nesse processo, que sempre começa com a educação da população em geral.
Existem também os resíduos da construção civil e hospitalares e agrotóxicas, que merecem atenção, estes resíduos precisam ter uma destinação diferenciada dos demais, suas classificações são dadas como perigosas e definidas em classe I, II-A e II-B.
Sabemos também que o descarte indevido de resíduos contaminam as águas, os lençóis freáticos e os solos, trazendo doenças de várias formas, por ingestão ou contato, além da proliferação de bactérias, ratos e insetos, que são vetores de doenças graves, podendo levar à morte.
Dessa forma é simples notar que o fora não existe, o lixo não desaparece como num passe de mágica do Planeta e pronto! Se todos os processos destintos do descarte dos resíduos forem aplicados devidamente, nosso município economiza e muito, em limpeza na cidade por descartes indevidos, mais saúde para a população pois teremos menos pessoas doentes. Gera empregos e oportunidades para as populações de baixa renda.
Enfim, você ainda acredita que não vale a pena fazer a sua parte? Afinal, todos esses processos afetam nossas vidas diretamente, é uma pena que só nos damos conta quando adoecemos!
Coluna - Eco Lógica, por: Bianca Rodrigues
